Ao meu Pedro…

Ai, que saudade… do teu abraço, do teu beijo… do som da tua gargalhada. Saudade de dormir ao teu lado, nem que seja um cochilo, nem que seja só pra te ver dormir… Que falta estranha, essa que me fazes. Saudade essa que é boa de se sentir, que te faz sentir vivo, sentir importante, renovado. Saber que nada do que senti antes era amor, me sentir pequena de novo, me sentir… amada, como nunca fui antes. Eu te amo de um jeito que nem sabia que pudesse amar alguém na vida, te amo da maneira mais incodicional e ilimitada, te amo do jeito que ninguém te amou antes, do jeito mais completo e mais simples, sei disso. Só não sei se me situo bem nisso. É tudo tão novo e ridiculamente assustador, que de vez em quando piro. Mas tenha paciência, isso é fase minha, vai passar. Mas o que eu sinto, não há de passar nunca, meu bem.